Aplauzos Teste

“A paciência é amarga, mas seu fruto é doce.” – Rousseau

UP, Aventuras ILIMITADAS

Publicado por aplauzos em 12/05/2009

Samanta Peçanha

A animação UP é indicada para toda a família. O filme do segundo semestre de 2009 foi dirigido e escrito por Pete Docter e Bob Peterson; produzido por Jonas Rivera e tem trilha sonora de Michael Giacchino. O diretor juntamente com John Lasseter e Andrew Staton, produtores executivos, criaram “Toy Story” um e dois, e “Vida de Inseto”. Com um enredo leve e divertido para as crianças, “UP” possui detalhes que encantaram os adultos da sala.

O protagonista desde criança é apaixonado por aventuras e balões. Assistia sempre aos filmes de Charles Muntz e torcia pelas suas conquistas, mas ficou decepcionado quando uma das descobertas de seu herói foi considerada uma fraude. Ainda na infância conheceu Ellie, uma garota tagarela, que possuía o mesmo espírito aventureiro e se tornou sua companheira de toda a vida. A história começa quando Ellie mostra seu livro de aventuras para o seu mais novo amigo: Carl Fredricksen (o protagonista). Uma casa bem colorida, assim como a capa do seu livro, no alto de uma cachoeira era o sonho desta menina. Anos depois e casados, enfrentam os problemas e alegrias da vida a dois na casinha de várias tonalidades de suas infâncias. O sonho deles é ter um filho. Preparam o quarto da criança bem alegre e colorido, mas Ellie perde o bebê. Continuam suas vidas, mas com um novo sonho: viajar para a terra das cachoeiras. Pintam o desenho do livro na parede e começam a juntar dinheiro. À medida que surgem os imprevistos, o dinheiro para a viagem tem que ser utilizado. O desejo de conhecer essa terra só começou a se concretizar quando Carl compra duas passagens para a Venezuela. Quando ia contar a novidade para a sua amada, ela adoece e o protagonista se encontra sozinho.

Fredricksen calado a maior parte do filme, começa a falar depois da morte de sua companheira e assim mesmo, na maioria da vezes, fala com ela. No dia em que sua vida irá mudar, Russel um pequeno escoteiro de 8 anos explorador da natureza bate a sua porta com o intuito de ajudar um idoso. Muito amargurado, ele recusa a ajuda e despacha o menino que só quer mais um bottom para sua coleção. Após ter machucado um funcionário de uma empresa interessada em comprar a sua casa e como pena judicial ser mandado a um asilo, decidiu ir à terra das cachoeiras em sua residência alçada por balões de várias cores. Já a caminho de “sua terra prometida”, o pequeno Russel bate a sua porta e faz companhia ao senhor de idade pelo resto da viagem. Ao chegar lá Charles, juntamente com Russel, vive várias aventuras e encontra além de sua inspiração da infância, a razão para a sua vida.

A história gira em torno Carl. Uma criança muito calada, mas bem carismática. Ainda na infância conhece a mulher de sua vida. Ela o completa, pois fala tudo o que ele, durante uma boa parte do filme, não abre a boca para falar. Na verdade, ele não precisava se expressar já que ela fazia isso por ele, muito bem, desde o primeiro dia em que se conheceram.

Eu gostei muito de como os roteiristas, Pete Docter e Bob Peterson, retrataram a vida de casados. De uma maneira sutil mostrou a desilusão da perda de um filho, as dificuldades financeiras e até a morte de uma pessoa amada. Tudo com muita sutileza e uma fotografia excelente. Na terra das cachoeiras, a companhia do pequeno Russel fez o coração deste idoso de 78 anos amolecer. Essa criança se encantou por uma ave gigante, com um gosto especial por chocolate, a qual apelidou de Kevin. Essa ave é extremamente colorida e mais a frente vai ser explicado o porquê de enfatizar tanto as cores.
Após encontrar um cachorro que fala, os três personagens seguem este senhor tão solitário em sua meta de morar em cima da cachoeira. No meio do percurso, eles são abordados por Charles Muntz que se mostra muito solicito no início, mas depois revela a sua verdadeira conduta ambiciosa. O tesouro é Kevin, que vai restaurar a sua credibilidade perante a sociedade. O que pude perceber com clareza é que tudo o que realmente é importante para cada personagem é muito colorido. O livro de aventuras; o quarto do bebê tão sonhado; a casinha no alto da cachoeira; a própria casa deles; a coleção de bottons de Russel; os balões e Kevin.

O livro é uma fuga da realidade para Ellie que se refugia neste sonho para ter para o que viver, tanto que no final de sua vida a maior aventura foi se casar com Carl que se tornou a meta realizada. O quarto, por guardar uma coisa muito desejada: um filho. A casa por ser o sonho de um refúgio feliz. Os bottons, por ser a única coisa que liga Russel ao seu pai ausente. Se conseguir mais um, acredita que conquistará o amor deste. Os balões por ser um meio de trabalho por vários anos e um objeto de resgate de um destino certo: o asilo.

Com uma fotografia perfeita; personagens que acrescentam; um roteiro excelente e formato 3D, não é a toa que “UP, Altas Aventuras” é um sucesso entre os profissionais de animação e as bilheterias de todo o mundo.

Assista ao trailer: http://www.youtube.com/watch?v=hwxqLjspkDI

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Fotos da turma no último dia de aula

Publicado por aplauzosteste em 06/17/2009

Galera :D

Galera [2]

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‘O Cinema Marginal’

Publicado por aplauzosteste em 06/16/2009

Elaine Siqueira

 

Cinema Marginal é um curso ministrado pelo professor e cineasta Sérgio Moriconi no Espaço Cultural Renato Russo – 508 Sul.

Durante o curso, serão exibidos e comentados os principais filmes do movimento como: ‘O Bandido da Luz Vermelha’, ‘Meteorango Kid’, ‘Bang Bang’, ‘Matou a Família e foi ao Cinema’, Os Monstros de Babaloo’.

Algumas obras são raras e levantam questões importantes da linguagem do cinema. Marginal, entre outras coisas, era uma atitude de contestação política e de comportamento. O movimento retrata um certo tipo de cinema que surgiu no Brasil entre os anos de 1966 e 1976. O lema é de uma geração inspirada por várias manifestações de vanguarda no mundo, mas, sobretudo, pela contracultura norte-americana.

Curso ‘O Cinema Marginal’, com Sérgio Moriconi.
De 15 a 19 de junho, das 19h30 às 22h, no Espaço Cultural Renato Russo – 508 Sul.
Inscrições de 8 a 12 de junho na secretaria do Espaço Cultural da 508 Sul.
Mais informações pelo telefone: 3244-0411.

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Dance, Dance, Dance!

Publicado por aplauzosteste em 06/16/2009

Erick Arruda e Renata Carrijo

 

Na quarta-feira 3 de junho, alunos do curso de Educação Física da UCB e a professora Nilza Martinovic promoveram no auditório central da Universidade Católica o XV Festival de Dança.

O espetáculo iniciou pontualmente às 19h45, e contou com uma grande variedade de grupos e estilos. Os grupos de alunos e ex-alunos da disciplina Ritmo e Movimento, os de crianças, adolescentes, adultos, e idosos trouxeram para o palco coreografias de Ballet Clássico e Contemporâneo; Jazz; Street Dance; Country; Forró universitário; Samba de Gafieira; Zouk; Axé e Ginástica Acrobática e Rítmica.

No total foram 28 apresentações de diversas academias brasilienses, algumas oriundas de projetos sociais. O público, que lotou o auditório, aplaudiu do início ao fim. O ponto alto do festival foi quando alunos da disciplina Ritmo e Movimento subiram ao palco para apresentar YMCA com figurinos de Village People.

Com pouco mais de 3 horas de duração, os grupos subiram ao palco para o encerramento. A professora Nilza agradeceu a presença de todos e convidou o público a voltar em novembro para o segundo festival de dança de 2009.

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Boletim Aplauzos

Publicado por aplauzosteste em 06/16/2009

Concursos de quadrilhas agitam a galera

Gislene Ribeiro e Priscilla Andrade

Mesmo com as noites frias, as festas juninas agitam a cidade: pipoca, canjica, quentão, fogueira e, claro, as quadrilhas que não podem faltar.
E por falar em quadrilha… Na cidade vem acontecendo diversas competições. A 1ª etapa aconteceu nesse último final de semana no Parque de Exposição de Agropecuária de São Sebastião.

Entre as ligas de quadrilha mais conhecidas do Distrito Federal estão: Fuzaca, Mala velha, Lasca o Fole e Tengo Lengo. Segundo Hamilton Teixeira Presidente da Liga de Quadrilhas do DF e Entorno: “A festa Junina está para Brasília, assim como o carnaval está para o Rio de Janeiro”.

Então vamos aproveitar a época para nos esquentar, cair no forró e arrastar o pé.

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Elas ENcantam Roberto e a todos!

Publicado por aplauzosteste em 06/16/2009

Taís Cerutti

Em comemoração às Bodas de Ouro do cantor e compositor Roberto Carlos, suas escolhidas divas, ENcantaram para lhe prestar uma merecida homenagem, no dia 31 de maio, domingo após o Fantástico.

O furor que o espetáculo causou foi tamanho que, em 26 de maio, os ingressos já haviam esgotado.

foto divulgação
Aplauzos JCD – Foto divulgação

O show foi conduzido por uma Força Estranha no ar (Ana Carolina)! Falando Sério (Cláudia Leite), Do Fundo do meu Coração (Adriana Cancanhoto), acredito que a Proposta (Zizi Possi) somada As Canções que Você fez pra mim (Sandy), Como Dois e Dois (Marina Lima), podem ir a 120…150…200 Km por Hora (Marília Pêra), Desabafo (Fafá de Belém)…Olha (Ivete Sangalo) e Roberto, Como é Grande o Meu Amor Por Você. A quimera das Divas, e as milhares Roses e Marias, se deliciaram nessa Nossa Canção (Rosemary) .

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Fobia de Filme

Publicado por aplauzosteste em 06/16/2009

Chico Amorim
divulgação

divulgação

Fato: não há dúvidas que o documentário é o que há de melhor no atual cinema brasileiro. Três dos grandes filmes da primeira década do terceiro milênio são do gênero – Serras da Desordem, Jogo de Cena e Santiago. Obras fortes que quebram convenções e diluem a embaraçada fronteira entre ficção e documentário, real e falso. Por certo, seus autores têm consciência, e expõem para o público, que a pretensa idéia dos documentários de captar a realidade tal qual ela é, é falsa.
Filmefobia poderia ser mais uma obra a figurar no panteão das citadas no parágrafo acima. E o filme não sai desta pretensão.
De clara inspiração em Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho, o diretor Kiko Goifman convidou pessoas com diversas fobias (desde as mais comuns – medo de altura e sangue – até as mais desconhecidas – medo de anão, borboletas ou botões) para entrarem em confronto com seus temores. No meio, embaralhou atores que apenas representariam, confundindo o espectador quanto àquilo que se passa na tela é verdadeiro ou falso.
Deste mote surgem várias indagações: o que leva uma pessoa a se expor num filme confrontando seus medos – exibicionismo? Vontade de superação? Masoquismo? E um ator pode realmente expressar um sentimento falso? O medo é um sentimento que se manifesta de maneira externa (respiração ofegante, gritos, gestos bruscos) ou interna (o inconsciente amedrontador, a analogia do tigre de papel de Lacan)? E a principal de todas, o que levou os realizadores a fazerem tal filme?
Entra em cena, para tentar responder tal pergunta, o crítico e teórico cinematográfico Jean Claude Bernadet, que profere a frase resumo do filme “A única imagem real é a de um fóbico diante de sua fobia”. E fica claro qual era a pretensão da obra. Longe de ser uma tentativa de análise patológica ou sociológica, busca de causa ou efeito, tentativas que seriam truncadas pela própria estrutura do filme, pois como confiar na análise de um profissional psicológico, onde não é claro quando se estar atuando ou não, o filme se presta unicamente a ser uma ilustração estética do medo no cinema. Estética e estéril. Pois, ao espectador o que resta é uma inconfortável – e o desconforto é o único sentimento despertado pelo que se vê na tela – sensação de voyeurismo, que por final, nos leva até a confrontar porque estamos ali na sala de cinema onde nem o sentimento de sadismo nos foi permitido (o sádico pelo menos sente prazer com o sofrimento que proporciona e vê no outro). É como se o filme apenas duplicasse situações desagradáveis as quais somos expostos no dia-a-dia, brigas matrimoniais em locais públicos, pessoas com síndromes e acidentes diversos, na tela, protelando o sentimento de passividade diante o mundo.
Nessa busca de uma representação plástica do medo no cinema, o filme somente alcança o objetivo quando expõe a única grande fobia que pode assolar um amante desta arte. Jean Claude Bernadet construiu sua vida sobre o viés do cinema, portador do vírus HIV há mais de 20 anos, expõe o seu medo de ficar cego através das decorrências da doença num discurso já no final do filme. E este é o único momento de comoção, pois perder a visão para a arte visual é a mais devastadora das fobias.

Serviço: O filme ficou uma semana em cartaz no Cine Academia no mês de maio e retorna agora a partir do dia 26 de junho a sala do Cine Brasília.

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Apenas o fim entra no circuito Rio – São Paulo – Brasília

Publicado por aplauzosteste em 06/16/2009

Leandro Morais

O cinema nacional tem emocionado grandes públicos nos últimos anos, graças a criatividade da produção brasileira. Depois de Se eu fosse você, e andando lado a lado do lançamento de A mulher invisível, vem o filme Apenas o fim, do estudante universitário Matheus Souza.

O jovem brasiliense, estudante de Comunicação Social da PUC, conseguiu a proeza de produzir um longa com apenas oito mil reais, uma renda escassa para a realização de uma obra audiovisual.

Apenas o fim, conseguiu entrar no circuito alternativo no Rio, São Paulo e Brasília. A comédia promete bons momentos, seja com risadas ou com reflexões sobre a geração dos anos 90. Os protagonistas da história são uma garota descolada e um nerd. O desenrolar do enredo é baseado na última hora do casal, antes da garota (Erika Mader) ir embora.

 

apenas

Aplauzos JCD - Divulgação

 

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Consciência que não pode secar

Publicado por aplauzosteste em 06/16/2009

JCD/Thiago Fagundes

JCD/Thiago Fagundes

Por Thiago Fagundes

A Lei Seca comemora esta semana um ano de vigência e de afrouxo das rédeas. A Lei nº 11.750 está em vigor desde 20 de junho de 2008, em todo território nacional. A Lei determina que todos os motoristas que forem flagrados depois de beber estarão sujeitos a multas e suspensão da carteira de habilitação por 12 meses, além de prisão em casos mais graves. Isso até funcionou nos primeiros meses da Lei, enquanto realmente houve fiscalização, da Policia Rodoviária Federal e da Imprensa também.

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Realidade premiada

Publicado por aplauzosteste em 06/16/2009

Wendel Marques Fernandes

Realidade premiada

A revista americana Paste listou os 25 filmes estrangeiros mais importantes da década e selecionou na quarta posiçãoo, o longa brasileiro Cidade de Deus do diretor Fernando de Meirelles. Ficando atrás apenas de filmes míticos como O Tigre e o Dragão e O labirinto do Fauno, a revista declarou que a premiação do longa brasileiro foi um dos “raros momentos de clareza da Academia” e considerou a realidade visceral dirigida por um talento desconhecido como “o melhor tipo de arte”.

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